No dia 26 de maio, foi a vez do município de Santana receber a exposição “Amazônia em Traços – Unindo Gerações nas Artes Visuais”, considerada uma das mais importantes mostras artísticas já realizadas no estado do Amapá. Após passar por duas galerias em Macapá, a exposição chegou à cidade santanense consolidando-se como um grande movimento de valorização, preservação e difusão das artes visuais amazônicas.
ARTISTAS EM EXPOSIÇÃO
Abmael Art • Adenilson Barbosa Tavares (Del Barbosa) • Artur Andrade • Alain K. • Ademir Barbosa • Adriane Corrêa • Aluízio Cardoso • Ayla Adriane • Aog Rocha • Antônio Lopes (Maranhão) • Batista Duarte • Binno_photos • Bruno Garfa • Bruno Rocha • Cesar Cabral • Cirley Picanço • Crisyano Barbosa Mendes • Dekko Matos • Dinho Rocha • Diully Ferreira • Emiliana Batista Correa (Emi) • Eude Rocha • F. Damasceno • Fabiano Menezes • Felipe Fagundes da Silva • Herivelto Maciel • Honorato Junior • Ivan Amanajás • Ian Amanajás • Igum Djorge • J. Sales • Jeriel Luz • José Egídio de Araújo Gonsalves • José Evandro B. Holanda • Josaphat Jesus • Karen Tavares • Leila Silva • Lídia Mota • Luan Macedo • Luzia de Sousa Mota • Márcia Cardoso • Marcio Brasil • Marconi Silva • Mário de Souza • Michell Fonseca • Nani Rodrigues • Nazareno (Senn) Baia Santos • Osiel • Prity Araújo • Pedro E. C. Moutinho Jr • Rafael Rodrigues Maciel (Rael) • Raiane Rodrigues Maciel (Nanny Maciel) • Raulian • Renato Ferreira • Rogério Rodrigues • Ronaldo Rony • Rômulo Araújo • Romulo Bispo • Roque Brandão • Saly • Sérgio Madureira da Silva (Sérgio Madureira) • Talía Lopes • Therberson Pablo Aranha de Souza (theves) • Tina Mota • Tucka • uMarcos • Viva Lacerda • Vitória Menezes • Wagner Ribeiro • Will Cruz • Yolanda Cunto


Reunindo artistas de diferentes gerações, a mostra promoveu um rico diálogo entre tradição e contemporaneidade, evidenciando a diversidade cultural, os saberes ancestrais e as múltiplas expressões artísticas da Amazônia. Mais do que uma exposição, o evento tornou-se um espaço de encontro, intercâmbio cultural e fortalecimento da identidade amazônica por meio da arte.

Mais do que uma exposição, “Amazônia em Traços” tornou-se um manifesto coletivo em defesa das artes visuais. Cada obra apresentada demonstrou que o segmento está vivo, pulsante e em constante renovação. A riqueza de estilos, linguagens e interpretações mostrou que o Amapá possui uma das mais expressivas cenas artísticas da Amazônia brasileira.
Realizada durante o mês dedicado às artes visuais e em homenagem ao Dia do Artista Plástico, celebrado em 08 de maio de 2026, a exposição promoveu um encontro literalmente entre mestres consagrados e novos talentos, reafirmando a importância da arte como instrumento de memória, identidade e resistência cultural.
Uma Gestão Presente ao Lado dos Artistas

A Secretária de Estado da Cultura, Clícia, esteve presente no evento, visitando a exposição e realizando a entrega de certificados aos participantes. Demonstrando sensibilidade, compromisso e valorização das artes, destacou-se pela dedicação incansável ao fortalecimento da cultura amapaense. Seu trabalho contínuo, desenvolvido diariamente com empenho e responsabilidade, tem contribuído para o desenvolvimento e a ampliação das ações culturais em todo o estado do Amapá.









O tema AMAZÔNIA EM TRAÇOS “Unindo Gerações nas Artes Visuais” ganhou vida em cada obra exposta. Mestres e iniciantes compartilharam o mesmo espaço, demonstrando que a arte ultrapassa barreiras temporais e conecta diferentes épocas através da criatividade e da sensibilidade humana.


A chegada da exposição ao município de Santana representa um momento histórico para as artes visuais do Amapá. O evento evidenciou não apenas a qualidade da produção artística local, mas também a necessidade de valorização permanente dos artistas visuais, que há décadas contribuem para preservar e divulgar a identidade cultural amazônica.



“Amazônia em Traços – Unindo Gerações” deixa um legado importante: a certeza de que as artes visuais amapaenses estão mais vivas do que nunca. Em cada tela, fotografia e traço, encontra-se um pedaço da Amazônia, de sua história, de seus povos e de seus sonhos.


E, acima de tudo, a exposição reafirma uma reivindicação legítima dos artistas da região: a de que as artes visuais merecem reconhecimento, investimento e, como dizem os próprios criadores, “um lugarzinho debaixo deste sol”.
A noite de 26 de maio de 2026 ficará registrada na memória cultural do Amapá como a celebração de uma arte que resiste, inspira e continua escrevendo sua história através das mãos de quem transforma a Amazônia em expressão, beleza e identidade.
por Luzia Mota
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