Carol Monteiro

A Mulher que Transformou Dedicação em Desenvolvimento
Em um momento em que Porto Grande vive expansão, visibilidade e novas oportunidades, uma liderança feminina desponta como símbolo de cuidado, coragem e transformação. Carol Monteiro, Presidente da Câmara Municipal, Primeira-Dama do Município e já amplamente reconhecida como Embaixadora do Turismo, representa uma força rara: a combinação de sensibilidade humana com firmeza administrativa.
Seu nome soa nas comunidades, nos eventos turísticos, nas políticas públicas e nos corredores da Câmara. Não apenas pelo trabalho que realiza, mas pela forma como realiza — com escuta ativa, dedicação incansável e uma capacidade admirável de unir pessoas em torno de um mesmo propósito: fazer Porto Grande avançar.
Carol Monteiro é gestora, é uma mulher que transformou a responsabilidade pública em missão. Uma líder que articula, acolhe, organiza e inspira. Que defende o turismo como ferramenta de desenvolvimento, valoriza a economia local, fortalece as famílias e, acima de tudo, trabalha com amor pelo território onde vive. Nesta entrevista especial, Carol Monteiro O que a sua família representa no seu processo de tomada de decisões?fala sobre trajetória, desafios, família, turismo, liderança e o futuro que sonha para Porto Grande. Entre respostas sinceras e visão estratégica, ela revela não só a gestora pública, mas a mulher que aprendeu, desde cedo, a cuidar — e que hoje transforma esse cuidado em desenvolvimento para toda a cidade. A seguir, você conhece a visão, os bastidores e a essência de uma das lideranças mais influentes do município.
Carol Monteiro, quando você olha para trás, qual foi o momento decisivo que transformou sua vida pública e a conduziu à presidência da Câmara?

– Mesmo antes da política, eu sempre fui a pessoa que assumia responsabilidade. Desde nova, quando minha mãe saía, eu cuidava da casa e dos meus irmãos. Aquilo me ensinou a organizar, decidir e segurar o peso das situações. Quando cheguei à Câmara, essa postura apareceu naturalmente. Eu não forcei nada, simplesmente fiz o que sempre fiz: assumir, organizar e cuidar. Acredito que foi isso que me levou à presidência tão cedo.
O que mudou em você após assumir a dupla missão de ser Presidente do Legislativo e Primeira-Dama da cidade?
Eu sempre fui de acompanhar o meu marido, organizar a nossa família e cuidar da nossa casa. E, enquanto ele era vereador, eu estava ao lado dele nas agendas, vendo de perto as dificuldades que o povo de Porto Grande enfrentava. Sempre estive nos bastidores, ajudando e segurando a parte que ninguém via. Em 2024, eu tomei uma decisão: continuar ao lado do meu marido, sim, mas também estar ao lado do povo. Assumir a presidência e ser primeira-dama só ampliou isso. A responsabilidade aumentou, mas o propósito é o mesmo: cuidar.
Em que momento você percebeu que sua liderança poderia influenciar diretamente o bem-estar das famílias de Porto Grande?

A virada pra mim foi quando comecei a ver de perto famílias que chegavam com problemas reais, que afetavam o dia a dia delas. Ali eu entendi que cada decisão minha podia aliviar ou pesar ainda mais na vida de alguém. E essa consciência mudou tudo. Porque hoje eu não trabalho só para quem votou em mim, eu trabalho para cada pessoa que vive em Porto Grande. Essa responsabilidade é o que me guia.
Muita gente já reconhece você como a Embaixadora do Turismo de Porto Grande. O que representa para você esse título?

Quando me chamam de Embaixadora do Turismo, eu não vejo isso como um título, mas como um voto de confiança. Porto Grande está crescendo, recebendo gente do estado inteiro, e eu entrei no mandato justamente quando tudo isso começou a acelerar. Para mim, esse reconhecimento significa responsabilidade: mostrar a cidade com verdade, cuidar da imagem dela e ajudar a preparar Porto Grande para tudo que está chegando. Se as pessoas me enxergam assim, é porque sabem que eu estou trabalhando por elas.
Vereadora você acredita que o Turismo transforma vidas? De que forma?
Eu acredito, sim. Aqui em Porto Grande a gente vê isso claramente. Quando o turismo cresce, não muda só a economia. Muda a vida das pessoas, gera trabalho para quem vende comida, para quem recebe visitantes, para quem guia, para quem organiza eventos… movimenta toda a cidade. E o mais importante: o turismo faz as pessoas enxergarem valor no lugar onde elas vivem. Isso muda autoestima, muda futuro e abre portas que antes ninguém imaginava.
Qual é o maior potencial turístico de Porto Grande que ainda precisa ser revelado ao Brasil?
O maior potencial turístico de Porto Grande não é um único ponto. É a nossa identidade. O Brasil ainda não conhece a força que existe aqui: uma cidade que está no centro do Amapá, que recebe pesca esportiva, o maior Off Road do Amapá, um dos maiores festivais do estado, e que tem um povo que acolhe como poucos. O que precisa ser revelado é esse conjunto. Porto Grande não é só um destino; é uma experiência. E isso, quando for mostrado do jeito certo, vai colocar a cidade de vez no mapa do turismo brasileiro.
Como o turismo pode ajudar jovens, mulheres e famílias a terem novas oportunidades dentro da própria cidade?
O turismo abre oportunidades onde antes não existia nada. Para os jovens, ele traz novas formas de trabalho, desde eventos até produção de conteúdo e serviços. Para as mulheres, cria espaço para empreender, vender, receber turistas, mostrar seus talentos e ganhar autonomia. E para as famílias, o turismo movimenta a economia local, gera renda na própria cidade e fortalece o orgulho de morar aqui. Quando o turismo cresce, ele não muda só o cenário, ele muda vidas.
Qual é o projeto turístico que mais tocou seu coração nos últimos anos?
O projeto que mais me tocou foi o mapeamento dos nossos atrativos turísticos, no dia 20 de outubro. Estar lá, conhecer cada potencial da nossa cidade e ainda participar do rapel foi uma experiência que me marcou. Foi tão especial que batizei a pedra de onde descemos como ‘Pedra do Rapel’. Ali eu senti, de verdade, que Porto Grande tem um turismo que transforma e que viver isso de perto muda a gente também.



Carol Monteiro você e o prefeito formam um casal muito respeitado pela comunidade. Como vocês conseguem equilibrar vida familiar com as responsabilidades públicas?
A verdade é que não existe equilíbrio perfeito. Quando a gente decidiu servir o município, entendemos que a nossa vida deixou de ser só nossa. Mesmo assim, dentro de casa fazemos questão de manter duas coisas intocáveis: respeito e parceria. Tem dia em que um está cansado e o outro segura as pontas; tem dia em que precisamos parar tudo para lembrar que antes de sermos figuras públicas, somos uma família. A comunidade nos respeita porque enxerga isso: não somos um casal de fachada, somos um casal que trabalha junto, briga junto, resolve junto e volta para a rua junto. Servir Porto Grande é parte da nossa rotina, mas o que nos sustenta é a verdade que construímos dentro de casa.
O que a sua família representa no seu processo de tomada de decisões?
Minha família é meu ponto de equilíbrio, o lugar onde eu recarrego as forças para tomar decisões difíceis. Mas, dentro desse processo, eles sempre me lembram de uma coisa fundamental: que quem realmente guia meu trabalho é o povo de Porto Grande. Então, a presença da minha família me dá estabilidade emocional, mas é ouvindo as pessoas no dia a dia que eu encontro direção. Eles me fortalecem, e a população me orienta.
Como é ser Mãe, Esposa, ser Primeira Dama e Presidente da câmara? influenciam sua visão sobre futuro, cidade e comunidade?

Ser Mãe, Esposa, Primeira-Dama e Presidente da Câmara não é simples, mas cada um desses papéis amplia a forma como eu enxergo o futuro da nossa cidade. Como mãe, eu penso no Porto Grande que quero deixar para a próxima geração. Como esposa, acompanho de perto os desafios da gestão e entendo a responsabilidade que temos com cada família. E como Presidente da Câmara, eu vejo de dentro o que precisa mudar e o que pode avançar. Essas experiências não me sobrecarregam, elas me tornam mais consciente, mais sensível e, ao mesmo tempo, mais firme. Elas me fazem lembrar que toda decisão impacta vidas reais e que Porto Grande precisa ser construída com diálogo, planejamento e cuidado.
Entre tantas demandas do município, qual iniciativa você deseja consolidar como contribuição histórica ao desenvolvimento de Porto Grande?
O que eu quero consolidar como contribuição histórica é uma nova forma de organizar o desenvolvimento de Porto Grande. Nosso município está crescendo rápido, recebendo turistas, eventos e investimentos, e precisamos transformar esse movimento em oportunidade real para a nossa população. Meu compromisso é estruturar políticas que deixem Porto Grande preparada: com turismo organizado, rotas mapeadas, legislação atualizada e projetos que valorizem nossos atrativos naturais e culturais. Se eu puder deixar um legado, será esse: ter ajudado a construir as bases de uma cidade que pensa no futuro, que gera renda e que transforma potencial em oportunidade para todos.
Qual é o desafio mais delicado que um líder enfrenta e que o público nem sempre vê?

O desafio mais delicado é tomar decisões certas mesmo quando elas não são populares. O público nem sempre vê o peso que existe por trás de cada escolha: pensar no impacto, nas famílias envolvidas, no futuro da cidade. Muitas vezes, o líder precisa dizer ‘não’, precisa segurar impulso, precisa manter calma em meio à pressão. A parte invisível da liderança é justamente essa: carregar a responsabilidade de decidir com equilíbrio, sem vaidade e sem buscar aplausos, buscando sempre o que é melhor para a população.
O que você sonha para Porto Grande nos próximos cinco ou dez anos?
Daqui cinco ou dez anos, eu sonho com um Porto Grande que cresceu sem perder sua essência. Um município organizado, preparado para receber turistas, gerar emprego e manter nossos jovens aqui com oportunidades reais. Quero ver o turismo funcionando como uma cadeia de renda, fortalecendo empreendedores, movimentando a economia e valorizando nossos atrativos naturais. Mas, acima de tudo, sonho com um Porto Grande onde as pessoas se sintam seguras, respeitadas e orgulhosas de viver o município. Um município que planeja, que avança e que cuida das famílias. Esse é o futuro que eu trabalho todos os dias para ajudar a construir.
Se você pudesse enviar uma mensagem para cada família do município, qual seria?

Eu diria: vocês não estão sozinhos. Cada caminho que abrimos, cada decisão que tomamos e cada esforço do nosso trabalho é pensando na vida de cada um de vocês. Continuem acreditando na nossa cidade, continuem participando, cobrando, construindo junto. Porto Grande só cresce quando caminhamos lado a lado. E eu sigo aqui, todos os dias, trabalhando para honrar a confiança de vocês e ajudar a construir um município mais forte, seguro e cheio de oportunidades.
Há alguma história da comunidade que você guarda no coração e que reforça sua missão?
Eu nunca esqueço de uma cena da campanha. Uma senhora lá do assentamento do MUNGUBA, segurou minha mão e disse: ‘Eu estou cansada de viver dia após dia e não ver Porto Grande crescer’. Aquilo me comoveu. Não era só um desabafo. Era um pedido por mudança, por esperança, por futuro. Aquela fala me deu ainda mais força para lutar ao lado do meu marido por um Porto Grande diferente. Ele no Executivo, trabalhando para fazer acontecer; e eu no Legislativo, cobrando, indicando, fiscalizando e garantindo que cada avanço chegue às pessoas certas. Essa história me acompanha até hoje. Ela me lembra, todos os dias, que eu não estou aqui por mim, estou aqui pelo direito de cada família ver um Porto Grande que finalmente cresce e avança.
O que você diria para a Carol de alguns anos atrás, antes de toda essa jornada pública?
Eu diria para a Carol de alguns anos atrás ter coragem. Que aquele sentimento de cuidar das pessoas, de organizar, de fazer o certo mesmo em silêncio, um dia faria sentido. Diria para ela não se assustar com os desafios, porque eles viriam e viriam grandes. Mas também diria que ela estaria preparada, que aprenderia a cada passo e que descobriria uma força que nem imaginava ter. E, principalmente, eu diria: continue sendo quem você é. Porque é justamente essa essência de cuidar, de ouvir, de trabalhar pelo coletivo, que te trouxe até aqui.
Qual é a maior força que o povo de Porto Grande tem e que o Brasil precisa conhecer?
É a coragem de avançar mesmo quando tudo parece difícil. É um povo que não desanima, que trabalha com orgulho, que acolhe quem chega e que não abre mão do sonho de ver a cidade crescer. Nós temos uma energia que o Brasil precisa conhecer: gente simples, firme, que cria oportunidades onde ninguém enxergava nada e que transforma desafios em movimento.
É essa força coletiva, essa vontade de fazer Porto Grande acontecer, que me inspira todos os dias. Obrigada.

Com coragem, sensibilidade e visão, Carol Monteiro mostra que política se faz com humanidade, que desenvolvimento se faz com parceria e que turismo se faz com amor ao território. Porto Grande ganha, assim, uma líder que representa — e que leva o nome do município com orgulho onde quer que vá.
Agradecemos à Primeira-Dama e Vereadora Presidente da Câmara, Carol Monteiro, por compartilhar sua visão, sua trajetória e seu compromisso com Porto Grande. Sua dedicação inspira e fortalece a esperança de uma cidade que cresce com planejamento e humanidade. Que sua liderança continue iluminando caminhos e construindo oportunidades para todas as famílias. mais uma vez, obrigada Embaixadora.
Por: Luzia Mota
FOTOS: ARQUIVO DE CAROL MONTEIRO
Compartilhe este conteúdo


